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RELEASES

Ministro da Saúde promete anunciar novidades para as Santas Casas e hospitais filantrópicos

Instituições do Estado de São Paulo viajam a Brasília para participar do evento
 
Todas as Santas Casas e hospitais filantrópicos do país foram convidados para o lançamento oficial de um pacote de Medidas de Reestruturação e Fortalecimento das Entidades Filantrópicas de Saúde do Brasil, que será anunciado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no dia 31 de outubro (quinta-feira), às 8h, no auditório da OPAS – Organização Panamericana de Saúde, localizado no setor de Embaixada Norte, lote 19, em Brasília - DF.
 
O ministro tem declarado na imprensa que o Programa Mais Santas Casas propõe trocar as dívidas dos hospitais por mais atendimento ao afirmar que as dívidas tributárias das entidades somam R$15 bi. Para o diretor-presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp), Edson Rogatti, a expectativa do setor é grande, mas ressalta que é importante esclarecer que tipo de dívida existe e porque a situação chegou a este ponto. “O montante de dívidas é realmente de R$15 bi, mas não em dívidas de impostos. Mais de R$8 bi são débitos com bancos privados e isso só será resolvido se trocarmos os empréstimos por juros subsidiados, como o Estado de São Paulo está fazendo por meio do Desenvolve SP e BNDES. A maioria das entidades honra seus impostos e assim consegue as certidões negativas de débitos para renovar seus empréstimos bancários. É um ciclo vicioso. A cada R$100,00 gastos no atendimento ao SUS, os hospitais recebem R$60,00 devido à falta de reajuste da tabela de procedimentos do SUS, atendimentos além do teto estipulado para os hospitais, atrasos de pagamentos, dentre outros inúmeros problemas. A conta não fecha e as entidades vão se endividando, não tem como fazer milagre”, explica Rogatti.
 
“Estamos ansiosos e esperançosos por um programa que de fato torne esta parceria justa, eficiente e melhor para o usuário final, mas não vamos nos iludir com promessas paliativas, esperamos um plano que nos permita gerir de fato. Somos mais eficientes que o sistema público. Os filantrópicos respondem por 57% das internações de alta complexidade, ou quase 400 mil por ano. Fazem 51% de todos os transplantes e 73% dos simultâneos, além de serem predominantes no tratamento de câncer. Está claro que o funcionamento da saúde pública no Brasil está diretamente relacionado à manutenção e fortalecimento dessa rede de assistência. 60% dos procedimentos cardiológicos do SUS são realizados por hospitais filantrópicos. Em 999 municípios do Brasil, o hospital filantrópico é a única unidade de saúde pública”, conclui o diretor-presidente da Fehosp. O Estado de São Paulo mobilizou os hospitais que devem seguir para Brasília no aguardo deste anúncio.

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