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RELEASES

No mês da Saúde Mental, uso prolongado de videogame traz alerta

O conceito de saúde não se limita somente ao bem-estar do corpo, mas também da mente. Por isso, este mês é marcado pela campanha Janeiro Branco, que reforça a prevenção ao adoecimento emocional.
 
Algumas práticas que parecem puro entretenimento podem trazer riscos à saúde mental, quando exercidas de maneira prolongada. Um exemplo é o uso excessivo de videogame, como já apontado em estudos recentes. No entanto, dados da Pesquisa Game Brasil (PGB) mostram que dois terços dos brasileiros jogam games eletrônicos, na sua maioria, jovens de 25 a 34 anos.
 
Em 2018, a OMS (Organização Mundial de Saúde) incluiu o vício em jogos/games como doença oficialmente reconhecida - gaming disorder" -, descrita como “padrão de comportamentos persistentes ou recorrentes”, podendo ser tão intensa que “toma preferência sobre outros interesses da vida”.
 
“O uso exagerado de videogames ou outras plataformas de jogos pode comprometer significativamente nas áreas de funcionamento pessoal, familiar, social e educacional”, lista a psicóloga da Santa Casa de São José dos Campos, Mariana Roberti Pulga. “Por exemplo: o indivíduo deixa de cumprir obrigações, de ir à escola, de frequentar relacionamentos sociais com amigos em função dos jogos.  Estes são os principais sintomas de que a pessoa está viciada /compulsiva nessa atividade”, explica.
 
 
 
Atividade controlada
 
A psicóloga da Santa Casa de São José dos Campos recomenda que os pais estabeleçam regras e horários para que crianças e adolescentes tenham um limite de uso dos games ou jogos de qualquer plataforma. “Além disso, é preciso observar se a rotina da criança ou do adolescente se mantém adequada: se o mesmo não se isola por muito tempo em um ambiente jogando; se seu rendimento escolar continua adequado ou se o mesmo tem deixado de frequentar atividades que, até então, eram regulares em sua rotina”, pontua a Mariana. “Um acompanhamento psicoterapêutico também é sugerido, para que o profissional consiga junto com a criança ou adolescente resignificar este padrão de comportamento”, completa.
 
 
Mente saudável
 
A psicóloga lista algumas sugestões para uma boa saúde mental:
 
- Alimentação adequada
 
- Uma boa noite de sono
 
- Fazer uma divisão equilibrada entre deveres e prazeres
 
- Estar próximo de pessoas que agreguem à sua vida
 
- Saber reconhecer seus limites
 
- Não se culpar, mas se responsabilizar
 
- “E, em qualquer momento, sem nenhuma vergonha, buscar ajuda de profissionais que possam te ajudar no seu processo de autoconhecimento, facilitando, muitas vezes, como lidar com ‘obstáculos’ do dia-a-dia”, conclui Mariana.

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