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RELEASES

Especialistas fazem alerta em Dia Mundial Sem Tabaco

Fumar causa pelo menos 14 tipos de câncer; campanha pede políticas públicas mais eficazes
 
Um único cigarro possui mais de 4 mil substâncias tóxicas, das quais 60 são comprovadamente cancerígenas, causando pelo menos 14 tipos diferentes de câncer. No próximo dia 31 de maio, as comemorações do Dia Mundial Sem Tabaco completam 26 anos, com o intuito de alertar a população para os números expostos e sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.
 
A data, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), traz o tema “Proibição de publicidade, promoção e patrocínio do tabaco” na campanha deste ano. No Brasil, a Lei 12.546 de dezembro de 2011 ampliou para os locais de venda a restrição da propaganda de produtos do segmento, que já existia desde 2000 nos meios de comunicação (jornais, televisão, rádio). O patrocínio de eventos culturais e esportivos também está proibido.
 
A psicóloga Ilana Pinsky é uma das responsáveis pelo projeto “Publicidade de Tabaco no Ponto de Venda”, promovido pela Associação Brasileira do Estudo do Álcool e outras Drogas (ABEAD). “Iniciativas como essa estão alinhadas com o nosso objetivo, que é participar efetivamente da discussão e elaboração de políticas públicas de prevenção e tratamento do uso de tabaco”, enfatiza.
 
De acordo com Ilana, existem diversas pesquisas comprovando que a publicidade é, de fato, percebida pelos adolescentes e contribuem para a construção cognitiva acerca de determinada marca. “Especialmente quando os maços de cigarro estão dispostos ao lado de doces, balas e revistas. A exposição estratégica torna o ambiente amigável à iniciação e ajuda a normalizar o produto perante os jovens”, ressalta.
 
A idade média de iniciação é de 15 anos, e 90% dos tabagistas começam a fumar antes dos 19. A especialista em tabagismo da ABEAD, Sabrina Presman, explica que o uso do tabaco envolve três tipos de dependências: física, psicológica e comportamental. “Existem diversos métodos para deixar de fumar. O importante é procurar um especialista para encontrar a melhor maneira para abandonar o vício”.
 
Os processos variam desde parada abrupta até a gradual, que reduz o número de cigarros por dia. “Vários fatores influenciam na escolha do método, como motivação, receios e sintomas de ansiedade. O mais importante é a pessoa marcar uma data para que seja seu primeiro dia de ex-fumante”, conta a psicóloga.
 
Sabrina ainda alerta sobre o cigarro eletrônico, produto que tem a comercialização proibida no Brasil. “Apesar de os fabricantes informarem que a fumaça emitida pelo aparelho é apenas vapor d’água, o cartucho interno contém nicotina, substância que causa dependência”, explica.
 
A Anvisa se baseou na falta de evidências de que o dispositivo eletrônico tenha alguma utilidade no processo de cessação do tabagismo. Além disso, se apoiou na constatação da agência americana que regula drogas, alimentos e tabacos, de que o produto contém substâncias cancerígenas e nicotina, embora ainda não se saiba exatamente quanto desses compostos é absorvido. “Definitivamente, não é um tratamento para deixar de fumar”, finaliza Sabrina. 

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