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RELEASES

Dia Mundial Sem Tabaco é celebrado em 31 de maio

Para especialista, o tratamento do tabagismo é um dos mais difíceis, mas não é impossível
 
No próximo dia 31 de maio é comemorado o Dia Mundial Sem Tabaco, data criada em 1987, pela OMS – Organização Mundial de Saúde para alertar sobre os malefícios do tabagismo e a importância de investimento em políticas de redução de consumo. Atualmente, a dependência da nicotina mata cerca de cinco milhões de pessoas por ano no mundo, sendo 200.000 apenas no Brasil.
 
O psiquiatra Thiago Fidalgo, coordenador do setor de adultos e adolescentes do PROAD/UNIFESP, atende os pacientes do Grupo de Apoio ao Tabagista (GAT) do Hospital A.C. Camargo. Coordenado pela Dra. Maria Teresa Cruz Lourenço, foi o primeiro centro de tratamento e prevenção em um hospital de câncer. Para o especialista, o tabaco é, ao lado da heroína e do crack, uma das drogas com maior potencial de causar dependência.
 
Além disso, Fidalgo destaca que o tratamento é um dos mais difíceis. “O índice de recaídas é altíssimo. As taxas de sucesso, usando medicação, terapia e grupo de apoio, são de 50%”, diz. A duração média de tratamento é de três a quatro meses, mas a vigilância deve ser mantida a vida toda. O médico lembra que combater o tabaco não significa punir o fumante. “Nosso objetivo é ajuda-lo em seu esforço para abandonar o vício”, enfatiza.
 
Os fumantes passivos também sofrem as consequências. Estudos afirmam que essas pessoas estão expostas a riscos de adquirir câncer ou ter infarto. “Embora todos saibam que a nicotina deve ser evitada durante a gravidez, os maiores riscos para o bebê em desenvolvimento continuam sendo associados ao tabagismo”, alerta Fidalgo. "Existem diversas pesquisas que comprovam, por exemplo, a associação do fumo e do fumo passivo durante a gestação com o desenvolvimento de TDAH na criança que ainda vai nascer", destaca.
 
Pesquisas de consumo revelam que as variações na forma de embalagem, tamanho e método de abertura do maço do cigarro influenciam o aumento das vendas. Para o médico, a indústria deveria expor os danos causados pelo tabaco com mais eficácia.
 
De acordo com o psiquiatra, a estratégia gradual (reduzir o número de cigarros consumidos por dia) não deve durar mais de duas semanas. “O mais importante é marcar uma data para que seja seu primeiro dia de ex-fumante. Existem outros métodos que podem ser tomados. O ideal é sempre procurar ajuda de um especialista”, explica.

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